The Soul of a New Machine

Primeiro uma sinopse.

“Pulitzer Prize winner Tracy Kidder memorably records the drama, comedy, and excitement of one company’s efforts to bring a new microcomputer to market.Computers have changed since 1981, when The Soul of a New Machine first examined the culture of the computer revolution. What has not changed is the feverish pace of the high-tech industry, the go-for-broke approach to business that has caused so many computer companies to win big (or go belly up), and the cult of pursuing mind-bending technological innovations.The Soul of a New Machine is an essential chapter in the history of the machine that revolutionized the world in the twentieth century.”

Há pouco tempo, já não me lembro exactamente onde, talvez pelo Hacker News, no Refind ou em ambos, encontrei dois ou três posts a falar sobre um livro com o título “The Soul of a New Machine”. Estes posts despertaram-me a atenção por dois motivos distintos. Por um lado, pela forma como descreviam a maneira apaixonada com que as pessoas trabalhavam no projecto Eagle e depois, porque se lido em fases distintas da carreira, iríamos encará-lo de forma diferente. Convenhamos que este último ponto, quando aplicado no contexto de um romance, por exemplo, não espantará por aí além. Já se for aplicado à história sobre como o computador, que ficou conhecido comercialmente como Eclipse MV/8000, foi construído sob uma enorme pressão no final da década de 70, por uma equipa da Data General, deixou-me com a pulga atrás da orelha. É verdade que nesta altura já levo mais de 11 anos de carreira, pelo que ao ler o livro, analisei e ponderei tudo com outra consciência e espírito crítico mas é fácil perceber que alguém com menos (ou com mais) experiência profissional atente noutros pormenores, e isso torna este livro único.

É daqueles livros que que irei com certeza recomendar a leitura, e poderei fazê-lo a todos; novos e velhos, inexperientes e experientes, ponderados e impulsivos. Engenheiros ou não. Porque se adequa. De uma maneira ou de outra. Faz sentido ler no início, durante e até na recta final da carreira, porque vamos sempre olhá-lo e pesá-lo de forma distinta. Eu vou voltar a lê-lo.

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